
Histórico do Instituto
Essa afirmação teve como argumento irrefutável estudos sobre manifestações de microorganismos adaptados ao meio, como a Encealite Equina Venezuelana, e a Encefalite causada pelo Bunyavirus (na Califórnia) e a Febre do Oeste do Nilo, uma enfermidade aguda, benigna, febril, com linfadenopatia e exantema, ocorre no Oriente Médio, África Tropical e Subtropical, e no sudeste da Ásia, causada por um arbovírus adaptado a esse ambiente e hospedeiros.
Após o aceite desse postulado pela comunidade, o instituto, já na década de 40 propôs que, em ecologias de menor porte, porém, estando dentro dos mesmos padrões estudados anteriormente, o mesmo fenômeno poderia ocorrer.
Para tanto, o Instituto iniciou sua pesquisa em colônias de animais isolados em ecologias bem menores, pesquisando durante 10 anos o
vírus Yaba do Macaco, um poxvírus de símios do Sudão que provoca o aparecimento de histiocitomas benignos cinco a vinte dias após a inoculação subcutânea ou intramuscular em macacos. A Variola Bovina também foi estudada. O vírus da Varíola Bovina é semelhante ao vírus da
vacina do ponto de vista imunológico e de espectro de hospedeiros, e que os indivíduos que sofreram de Varíola Bovina(a infecção humana é causada pelo contato direto durante a ordenha dos bovinos infectados) eram imunes ao vírus da Varíola.
Baseado nesses estudos, o Instituto chegou a conclusão de sua suspeita: que microecologias apresentando as mesmas condições de ambiente e hospedeiros, poderiam gerar adaptações, mutações, de bactérias e vírus de forma mais rápida do que em sistemas ecologicos maiores.
Já em meados da década de 1960, um dos precursores e maiores autoridades em comportamento humano nas organizações, o PHD Jhonson Martins, estava focando seus estudos tendo como base a zoologia/biologia, fazendo relações do comportamento animal nesses meios com o meio das corporações, tendo trocado correspondências com o posteriormente célebre Richard Dawkins (responsável pela obra prima O Gene Egoísta).
Em suas pesquisas, Jhonson ficou a par dos estudos realizados pelo Instituto, estreitando seu relacionamento com a já reconhecida mundialmente Escola de Negócios da Universidade Instead, onde ele era
catedrático titular.
Jhonson queria trabalhar com a hipótese de que as empresas e seu cotidiano, possuíam os mesmos padrões e características dos micro sistemas ecológicos pesquisados pelo Instituto na década passada, e que as possibilidades do desenvolvimento de uma microbiologia específica, mutacional e local, eram muito grandes.
Após apresentar os dados iniciais para execução dessa pesquisa, o Instituto, principalmente Dr. Evans, acolheu de om grado a hipótese, e concordou em levar adiante o projeto de Jhonson, em um convênio firmado entre a duas instituições envolvidas, cada uma em sua área, gestão e microbiologia.
Foram exatos 35 anos de uma pesquisa com empresas e seres humanos que trabalhavam ns organizações em todo o mundo. O primeiro objeto de estudo foi a causa do Estrese, que fora identidficada como uma anomalia típica do ambiente laborativo contemporâneo, que havia aumentado sua incidência consideravelmente nos últimos anos.
Em 1998 a equipe teve êxito e conseguiu provar a existência de microorganismos adaptados a sistemas ecológicos corporativos. Fora descoberto e isolada a bactéria Helicobcter Stressis, oriundo do Helicobcter Pylori, bactéria causadora da gastrite agudea e crônica, que se aloja na mucosa do estômago ou do duodeno dos infectados.
Foi um marco científico em ambos os campos de estudo, na gestão e na microbiologia. Nos anos seguintes, seis novos micro-organismos foram encontrados e isolados, afirmando ainda mais o trabalho realizado. Hoje o Instituto e a Instead está aprofundando seus estudos na área, além de todo o trabalho de apresentação a comunidade científica.






<< Inicio