Previna-se conhecendo o modus operandi desses organismos.
Adquira seu exemplar de pesquisa abaixo.



Bordetella Politicagens
Bactéria da Politicagem Corporativa

P. Fofocacnes
Bactéria da Fofoca Corporativa

Helicobacter Stressis
Bactéria do Stress Corporativo

S. Infomoniae
Bactéria da Sonegação de Informação


Escherichia PuxasaColi
Bactéria da Bajulação Corporativa
 

Google



Histórico do Instituto


O início do estudo da microbiologia corporativa teve início em meados de 1930, quando o Instituto Mundial de Infectologia publicou o célebre estudo em que provava definitivamente que, assim como as demais formas de vida, os microorganismos evoluíam, se adaptavam ao meio onde estavam inseridos. Porém, diferente do que acreditava a comunidade científica até então, essa adaptação seria bem mais rápida em relação a outras forma de vida, devido a tais organimos possuírem sua composição celular bem menos complexa.

Essa afirmação teve como argumento irrefutável estudos sobre manifestações de microorganismos adaptados ao meio, como a Encealite Equina Venezuelana, e a Encefalite causada pelo Bunyavirus (na Califórnia) e a Febre do Oeste do Nilo, uma enfermidade aguda, benigna, febril, com linfadenopatia e exantema, ocorre no Oriente Médio, África Tropical e Subtropical, e no sudeste da Ásia, causada por um arbovírus adaptado a esse ambiente e hospedeiros.

Após o aceite desse postulado pela comunidade, o instituto, já na década de 40 propôs que, em ecologias de menor porte, porém, estando dentro dos mesmos padrões estudados anteriormente, o mesmo fenômeno poderia ocorrer.

Para tanto, o Instituto iniciou sua pesquisa em colônias de animais isolados em ecologias bem menores, pesquisando durante 10 anos o
vírus Yaba do Macaco, um poxvírus de símios do Sudão que provoca o aparecimento de histiocitomas benignos cinco a vinte dias após a inoculação subcutânea ou intramuscular em macacos. A Variola Bovina também foi estudada. O vírus da Varíola Bovina é semelhante ao vírus da
vacina do ponto de vista imunológico e de espectro de hospedeiros, e que os indivíduos que sofreram de Varíola Bovina(a infecção humana é causada pelo contato direto durante a ordenha dos bovinos infectados) eram imunes ao vírus da Varíola.

Baseado nesses estudos, o Instituto chegou a conclusão de sua suspeita: que microecologias apresentando as mesmas condições de ambiente e hospedeiros, poderiam gerar adaptações, mutações, de bactérias e vírus de forma mais rápida do que em sistemas ecologicos maiores.

Já em meados da década de 1960, um dos precursores e maiores autoridades em comportamento humano nas organizações, o PHD Jhonson Martins, estava focando seus estudos tendo como base a zoologia/biologia, fazendo relações do comportamento animal nesses meios com o meio das corporações, tendo trocado correspondências com o posteriormente célebre Richard Dawkins (responsável pela obra prima O Gene Egoísta).

Em suas pesquisas, Jhonson ficou a par dos estudos realizados pelo Instituto, estreitando seu relacionamento com a já reconhecida mundialmente Escola de Negócios da Universidade Instead, onde ele era
catedrático titular.

Jhonson queria trabalhar com a hipótese de que as empresas e seu cotidiano, possuíam os mesmos padrões e características dos micro sistemas ecológicos pesquisados pelo Instituto na década passada, e que as possibilidades do desenvolvimento de uma microbiologia específica, mutacional e local, eram muito grandes.

Após apresentar os dados iniciais para execução dessa pesquisa, o Instituto, principalmente Dr. Evans, acolheu de om grado a hipótese, e concordou em levar adiante o projeto de Jhonson, em um convênio firmado entre a duas instituições envolvidas, cada uma em sua área, gestão e microbiologia.

Foram exatos 35 anos de uma pesquisa com empresas e seres humanos que trabalhavam ns organizações em todo o mundo. O primeiro objeto de estudo foi a causa do Estrese, que fora identidficada como uma anomalia típica do ambiente laborativo contemporâneo, que havia aumentado sua incidência consideravelmente nos últimos anos.

Em 1998 a equipe teve êxito e conseguiu provar a existência de microorganismos adaptados a sistemas ecológicos corporativos. Fora descoberto e isolada a bactéria Helicobcter Stressis, oriundo do Helicobcter Pylori, bactéria causadora da gastrite agudea e crônica, que se aloja na mucosa do estômago ou do duodeno dos infectados.

Foi um marco científico em ambos os campos de estudo, na gestão e na microbiologia. Nos anos seguintes, seis novos micro-organismos foram encontrados e isolados, afirmando ainda mais o trabalho realizado. Hoje o Instituto e a Instead está aprofundando seus estudos na área, além de todo o trabalho de apresentação a comunidade científica.