
B. POLITICAGENS E O TRANSCORRER DA FUSÃO
Continuando a levantar as relações entre as fusões corporativas e a ampliação das bactérias que habitam essa microbiologia, observamos que ao longo do desenrolar da fusão, após as empresas já estarem na fase de adaptação da nova companhia, alguns casos pontuais do B. Politicagens.
É comum nesses processos serem observadas mudanças de autoridade. Alguns funcionários podem tratar de tirar vantagem de suas posições. Uns ganharão e outros perderão poder.
Quase sempre essas lutas são um grande desperdício de energia. Às vezes, alguns projetos deixam de ser concluídos em sua fase final, e planos são sabotados porque o responsável perdeu a autoridade na organização. Gasta-se tempo, esforço e recursos nesse tipo de jogo. Importantes oportunidades de cooperação são perdidas.
Essas são apenas algumas conseqüências relacionadas as infecções do B. Politicagens.
O Instituto realizou exames clínicos em 480 funcionários de uma empresa recém fundida, ainda nessa fase de adaptação. Constatou-se que, 27% dos funcionários estavam infectados, 8% na condição mais aguda.
Nesse caso, foram administrados alguns antibióticos classe C, em uma terapia conjunta com ansiolíticos. Com o tratamento, metade dos pacientes mostrou uma melhora de 40%, a metade do resultado em situações corriqueiras da vida corporativa, fora de uma fusão.
Diante do resultado da pesquisa, chegamos a conclusão que um trabalho preventivo deverá ser posto em prática pela direção logo que a idéia da fusão tenha se concretizado. Acreditamos que isso poderá amenizar a proliferação da bactéria, principalmente entre os cargos de chefia.






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