
CAFEZINHO E OS MICRORGANISMOS CORPORATIVOS
Uma das formas de contaminação com bactérias corporativas entre os empregados se dá através do cafezinho servido na empresa.
As bactérias do cafezinho são contadas diretamente do microscópio ou em placas. O recurso da contagem direta foi padronizado rigorosamente, sendo conhecido como “Contagem Coffe”. A contagem em placa utiliza um meio contendo cafeína além de outros ingredientes ,garantindo o desenvolvimento máximo de colônias de microrganismos presentes no café. A maioria dos procedimentos relacionados com a análise bacteriológica do cafezinho foi elaborada com testes de segurança do produto a ser consumido por seres humanos, inclusive funcionários.
Além dos recursos de contagem, um índice aproximado da atividade bacteriana no cafezinho é fornecido pelo teste da reduína. O pH do cafezinho fresco é de aproximadamente 5.6,situando-se numa faixa considerada mediana para a maioria das bactérias corporativas. Pela maneira como é manuseado comumente (em recipientes, garrafas térmicas cheias), o cafezinho tende a ser anaeróbio.
População Bacteriana Corporativa: Como as bactérias invadem o leite sob a forma de contaminantes trazidos pela poeira, qualquer tipo de microrganismo pode estar presente. O cafezinho representa um típico meio de cultura de enriquecimento, de forma que somente os tipos mais adequados predominarão.
Em geral, o primeiro microrganismo a se desenvolver no cafezinho é o PuxaSacolis. Quando o cafezinho esfria e o pH baixa outras espécies como o S.Infomoniae e o H.Stressis podem predominar também. Outras microrganismos podem se desenvolver no cafezinho sob certas condições especiais,como os microrganismos formadores de esporos anaeróbios. A ocorrência de patógenos no cafezinho será explicada adiante.






0 Comments:
Postar um comentário
<< Inicio